sábado, 31 de março de 2012

Há os que gostam de ditaduras

POR ET BARTHES
Tem gente que gosta de ditaduras. Stalin gostava. Hitler gostava. Idi Amin gostava. Pol Pot gostava. Franco gostava. Salazar gostava. Ferdinand Marcos gostava. Ceausescu gostava. Os milicos brasileiros de 64 gostavam. E como gosto não se discute, o nosso amigo aí do vídeo também gosta de ditaduras e até faz sucesso com um certo tipo de público. E você, sente saudades da ditadura? 







42 comentários:

  1. Que besteira. Só porque o cara morre pobre isso faz dele bonzinho?

    ResponderExcluir
  2. he he he a reação no twitter #calabocaPrates criticando jostas que essa nazista ( que foi corrido de Poa com karmanguia pichado de suásticas ) foram tantas que a RBS botou o galho dentro e mandou-o pra rua.

    Tenho muito orgulho, fiz parte desta campanha.

    Viva a web !

    1964 nunca mais !

    ResponderExcluir
  3. Dá pra imaginar o tipo de jornalismo que ele fazia na época da ditadura...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu iria comentar exatamente isso.

      Excluir
    2. Eu iria comentar exatamente isso.

      Excluir
  4. Ae galerinha cheia de opinião crítica de Santa Catarina. Vamos bater palmas para o Sr. Prates agora!!

    Percebe-se claramente em que lado ele estava na época, visto que, "como jornalista da linha de frente" que era, não era molestado ao sair nas ruas e podia comprar os livros que queria!

    64 NUNCA MAIS!!

    ResponderExcluir
  5. Olha que o Prates não é muito diferente de alguns radialistas aqui de Jville

    ResponderExcluir
  6. Realmente sensacionalista ele sempre foi ... Sempre percebemos suas palavras demagógicas, porém sem qualquer acão ... Apoiar os tempos da ditadura, é favorecer as elites, menosprezar o povo e jogar toda a nossa história política pelo lixo ... Dá pra se ver como se importa com a democracia e o estado de direito, simplismenta rasga a constituição na frente de todos .. Saiu da RBS, mas ainda continua dando os seus pitacos em outra emissora ... É uma vergonha termos um jornalista, que se diz culto e conhecedor de nossa história pensar assim ...

    ResponderExcluir
  7. O maluco aí diz que a gente podia entrar na livraria para comprar livros. Legal. Mas só se não houvesse títulos proibidos. Nesse tempo quem tinha livros de Marx em casa tinha sérias probabilidades de acabar na cadeia. Esse cara é um analfabeto social, apesar de viver a gritar a sua "cultura". Truão. Abobadinho do PT.

    ResponderExcluir
  8. Mais lamentávei que ouvir as opiniões do Prates é saber que hoje, aí mesmo em SC, gente que pensa exatamente como ele, governa o estado, ocupando e exercendo funções e assessorias em diferentes escalões.

    A gente se engana quando acha que os saudosos da ditadura são todos um bando de alucinados a vociferar na televisão ou teclar seu ódio em redes sociais. Fosse só isso, e não haveria o que temer.

    ResponderExcluir
  9. Trecho do discurso pronunciado pelo filósofo OLAVO DE CARVALHO no Clube Militar do Rio de Janeiro em 31 de Março de 1999:
    "O movimento de 64 foi uma revolução? Eu acho que não foi. Também acho que disputar com as esquerdistas e insistir no termo 'revolução', quando dizem que foi apenas um golpe, é ceder a uma tábua de valores esquerdistas, a um vocabulário esquerdista. Porque para um esquerdista uma revolução é a melhor coisa do mundo. Comunistas é que adoram revoluções. Para que temos de imitá-los? O que temos de responder-lhes é: Vocês, comunistas, que façam suas revoluções. Nós fazemos coisas modestas, nas quais morre menos gente, nós não somos assassinos profissionais, nós não estamos o tempo todo tentando virar o mundo de cabeça para baixo, nós só agimos na emergência para impedir catástrofes. Porque nós não somos como vocês, nós não temos a solução de todos males, nós não somos o bem encarnado, nós não acreditamos que temos a verdade revelada que nos autorize a matar metade do mundo para salvar a outra".

    ResponderExcluir
  10. Trecho do discurso proferido pelo filósofo Olavo de Carvalho no Clube Militar do Rio de Janeiro em 31 de Março de 1999:
    “Não há amor à justiça quando não há amor à verdade, e não há amor à verdade quando não há sequer a paciência de esperar para conhecê-la. Isto quer dizer que esse famoso amor à justiça que se atribui à juventude é apenas vaidade, pretensão e arrogância. Evidentemente esses sentimentos baixos, como todas as paixões infames de que o ser humano é capaz, sempre podem ser muito bem trabalhados e aproveitados por pessoas sedutoras. A palavra ‘sedutor’ vem do latim sub ducere. Ducere é ‘conduzir’, e sub, ‘por baixo’. Quer dizer: o sedutor é alguém que nos conduz pela nossa parte inferior, pela nossa parte fraca e pelas nossas tendências abissais ocultas. Ora, não há tendência mais baixa do que a vaidade e a arrogância rancorosa”.

    ResponderExcluir
  11. Trecho do discurso proferido pelo filósofo Olavo de Carvalho no Clube Militar do Rio de Janeiro em 31 de Março de 1999:
    (...) "tendo sido educado nesta mentalidade, foi assim que julguei o movimento de 1964. Para julgá-lo, condená-lo e abominá-lo eu não precisei saber quase nada a respeito dele. Bastou ouvir uma palavra. E qual era essa palavra? Era a palavra mágica – 'a Direita'. Qual era o crime dos militares? Eles eram a Direita. Ora, a Direita quer dizer necessariamente o mal, portanto eles eram o mal encarnado. Não interessava saber o que estavam fazendo, por que estavam fazendo, etc. Não era preciso saber nada a respeito deles para odiá-los e condená-los. Era uma espécie de maldade ontológica que estava grudada na constituição deles, independentemente do que fizessem ou deixassem de fazer. Se um militar socorresse um doente na rua ele continuaria sendo mau, e se um homem da esquerda maltratasse uma criancinha, ainda assim ele continuaria sendo bom, porque a bondade e a maldade não dependiam dos atos e sim da identidade ideológica.

    ResponderExcluir
  12. Trecho do discurso proferido pelo filósofo Olavo de Carvalho no Clube Militar do Rio de Janeiro em 31 de Março de 1999:
    “O que aconteceu em 1964 foi o seguinte. Em janeiro daquele ano, Luiz Carlos Prestes esteve em Moscou, apresentando a Mikhail Suslov um relatório da situação brasileira. Não sei qual foi o conteúdo deste relatório, mas a conclusão de Suslov foi bastante significativa: o Brasil estava maduro para ter uma guerra civil no campo, e autorizou Luiz Carlos Prestes a desencadear a guerra civil no campo. Se não havia ainda a condição para desencadear uma guerra civil no campo em escala nacional, havia condições para paralisar a economia, instaurar a rebelião nas Forças Armadas e fazer tudo para tornar viável a guerra civil encomendada por Suslov. Em suma, estava sendo montado aqui algo cujo tamanho as pessoas às vezes não avaliam. O que seria uma revolução comunista num país do tamanho do Brasil? Seria certamente a maior revolução comunista da história das Américas. Era isso que estava sendo montado aqui. Ao mesmo tempo é evidente que estava sendo montada uma reação a essa revolução. Que reação era esta? De onde partia? Partia sobretudo de algumas lideranças civis. Particularmente em São Paulo, do Governador Adhemar de Barros, e no Rio, do Governador Carlos Lacerda. Um dos recursos que os dois utilizaram para fazer face a uma eventual ameaça comunista foi a constituição de tropas paramilitares com dinheiro que recolhiam de empresários e com o apoio discreto e evidentemente ilegal das polícias militares desses dois estados. Os detalhes do Rio eu não conheço, mas a situação de São Paulo eu conhecia muito bem. A Polícia Militar, que então se chamava Forca Pública, era uma espécie de igreja ademarista, um culto ademarista, uma seita. Se o Adhemar lhes dissesse: "Vocês peguem um carregamento de três mil metralhadoras e entreguem na rua tal número tanto", eles fariam. E assim foram se construindo certas organizações paramilitares como por exemplo a PAB (Patrulha Auxiliar Brasileira), que era uma tropa de vagabundos e arruaceiros, lumpenproletários, exatamente como as tropas fascistas de Mussolini. Ora, eu não acredito que o fascismo seja o pior dos males, o fascismo é uma reação ao comunismo, o fascismo está para o comunismo assim como a febre está para uma infecção. O fascismo não é causa sui, não é ele que se produz a si mesmo, mas, ainda assim, é uma coisa bastante perigosa. Não sei medir a extensão destas tropas paramilitares fora de São Paulo. Na Paraíba certamente havia organizações desse tipo. Um historiador comunista chamado Moniz Bandeira que, apesar de comunista, sempre me pareceu honesto no que escreve, diz que provavelmente havia na Paraíba por volta de dez mil homens armados. Em setembro de 1963, o General Humberto de Alencar Castello Branco, que era então chefe do Estado Maior do Exército, fez um discurso alertando seus companheiros para o perigo da proliferação de organizações paramilitares que, num momento de crise, poderiam usurpar as funções das Forças Armadas. Ele não se referiu apenas à famosa organização de esquerda, os "Grupos dos Onze", nem às Ligas Camponesas: ele falou no plural, sem mencionar cor ideológica, e subtendendo que quaisquer organizações paramilitares eram um insulto e um perigo para as Forças Armadas regularmente constituídas. Muito bem, estavam lá os comunistas montando a sua revolução e os governadores direitistas montando suas tropinhas paramilitares de fascistinhas - a PAB tinha até aquela vestimenta cáqui, muito característica, que lembrava as camisas pardas das SA. Então, com um monte de comunistas armados de um lado e fascistas armadas do outro, que é que ia acontecer? Certamente, a Noite de São Bartolomeu. Mas a direita sempre foi mais combativa, mais corajosa, e estava mais armada: isto quer dizer que se a iniciativa da reação aos comunistas dependesse exclusivamente dos lideres civis, não teria chegado um único comunista vivo ao fim do ano de 1964. (...) Se chegou um único comunista vivo ao fim de 1964, ele deveu isso a quem? Às Forças Armadas”.

    ResponderExcluir
  13. Trecho do discurso proferido pelo filósofo Olavo de Carvalho no Clube Militar do Rio de Janeiro em 31 de Março de 1999:
    “Os comunistas seriam derrotados, como o foram pelas Forças Armadas. Mas quantos eles teriam matado e quantos deles teriam morrido? O número é incalculável... Em plena Guerra Fria, as duas grandes potências não duelavam diretamente, mas através de situações como essa, montadas em países periféricos. Portanto, se houvesse uma guerra civil, todo mundo iria querer ajudar os dois lados. Seria um festival de generosidade universal: os Estados Unidos mandando armas e assistência técnica para um lado e a União Soviética e a China mandando armas e assistência técnica para o outro. Seria uma efusão de bondade fantástica, como foi no Vietnã. E teríamos vivido este drama por uma década ou duas. Isto não é uma conjetura feita a posteriori, eram os planos que já estavam em andamento de parte a parte. Na noite de 31 de março para 1o de abril, o que faz o Exército? Ele toma a dianteira, ocupa as ruas, desmonta a máquina comunista, coloca uma focinheira nas tropas direitistas e, por fim, corta a cabeça dos seus líderes, primeiro encostando-os, depois chegando a cassar os mandatos de Adhemar de Barros e Carlos Lacerda. Antes mesmo disto, tomou uma medida mais decisiva ainda, que foi criar a Inspetoria Geral das Polícias Militares, com o que todas as policias militares estaduais, virtuais colaboradoras das tropas paramilitares de direita do Brasil inteiro, foram submetidas diretamente à autoridade do Exército e voltaram à disciplina normal. Esta imensa operação de desmontagem de uma revolução esquerdista e de um aparato bélico direitista, quantas mortes custou? Duas, três, cinco no máximo. Quantas pessoas morreram em conflitos políticos entre 1964 e o fim do mandato do Marechal Castelo Branco? Quantas? Cinco? Seis? Este foi o preço que nós pagamos pela desmontagem não só da maior máquina revolucionária já construída pelos comunistas em toda a América Latina, mas também pela desmontagem do aparato bélico de reação direitista civil, que simplesmente desapareceu da história e entrou no esquecimento. Foi isto o que aconteceu em 1964”.

    ResponderExcluir
  14. ASSINO EMBAIXO DE TUDO O QUE DISSE O MESTRE OLAVO.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa tarde, Álvaro Junqueira. Pois eu acho que está na hora de você deixar de se auto-proclamar social-democrata. Não fica bem à social-democracia um filhotinho de Eichmann em suas fileiras.

      Excluir
    2. Filhotinho de Eichmann é patético, hemmm, professor?!?!

      Excluir
    3. Exatamente, Junqueira, você pegou o espírito da coisa.

      Excluir
  15. Quem mais poderia usar a opinião do Olavo de Carvalho? Quem mais, Junqueira?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Quem sabe um filhotinho de Eichmann???? Patético...

      Excluir
  16. Houve um tempo em que quem se proclamava direita podia contar com a inteligência do José Guilherme Merquior ou mesmo de um Roberto Campos.

    Hoje, os caras chamam Olavo de Carvalho e Reinaldo Azevedo de mestres, e em caixa alta, que é para deixar bem claro que quando escrevem, espumam de ódio. E se perguntam porque perderam a credibilidade.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é, para vocês, direitista é direitista morto.

      Excluir
    2. Direitista bom é direitista morto, certo?

      Excluir
    3. A história recente do país mostra o contrário: para vocês esquerdista bom é esquerdista morto, tanto que foram muitos os mortos, torturados, exilados, presos e "desaparecidos" nos porões da ditadura, aqueles de que você sente saudades.

      Excluir
  17. Ah ah ah. O Olavo de Carvalho está para a filosofia como o Reinaldo Azevedo está para o jornalismo. Nem as velhinhas de Taubaté levam a sério.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, quem é levado a sério é o grande filósofo das esquerdas, Emir Sader, aquele que escreve GetuLHO.

      Excluir
    2. Já tive professores de direita - que estudaram ou deram aulas em Cambridge ou Oxford (o famoso eixo Oxbridge), por exemplo. E, mesmo discordando, eu respeitava. Não é o caso do Olavão. Sorry.

      Excluir
    3. Felizmente a esquerda não depende do Emir Sader - e nisso concordamos, Alvaro: eu o acho um horror. Azar o seu, que depende do Olavo e do Reinaldo.

      Excluir
  18. Eu acho que o anônimo fã do Olavo de Carvalho deveria ser contratado no lugar do Prates. Afinal a RBS teria um substituto a altura.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sou fã não anônimo do Olavo de Carvalho e faço questão absoluta de responder a todas as besteiras que os esquerdinhas dizem, pois eles sempre usaram desta tática intimidatória para ganhar o debate, razão pela qual hoje o discurso esquerdóide é como uma doxa que não admite contestação. Não cedo a patrulha organizada, não ligo a mínima de ser tachado de direita, teria, sim, enorme vergonha de ser chamado de esquerdista, coisa que já fui e, felizmente, já me curei. Quanto à RBS, estou aberto a propostas...

      Excluir
  19. Quando o Lula ganhou a eleição, em 2002, o Olavo disse com convicção que em um ano o Brasil teria cerca de 20 mil presos políticos. Dez anos depois, e não há nenhum preso político. Cobrado acerca de suas previsões em uma das redes sociais, saiu-se com a desculpa típica dos canastras: se não houve perseguição nem prisões políticos, foi porque ele, com seu artigozinho, chamou a atenção para o fato e intimidou o governo.

    Quanto ao Reinaldo Azevedo, já disse que o uso de percurssão é inversamente proporcional ao nível de civilização; defendendo certa feita a existência da prisão americana em Guantanamos, afirmou que os cubanos gostaria de viver lá, porque pelo menos comeriam uma vez por dia; contrariado com a opinião de uma jornalista, salvo engano Lucia Hipólito (que está longe, muito longe, de ser uma "petralha"), chamou-a de bébada e drogada.

    É gente deste nível que o Álvaro Junqueira e outros saudosos da ditadura chamam de mestre - e isto sem falar no Rodrigo Constantino, o intelectual liberal que queria privatizar os tubarões. Se a coisa desceu a este nível, eu até entendo o porque da defesa que fazem do autoritarismo: se não podem mais reivindicar respeito, com um golpe poderiam impor o terror e o medo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Xiii, professor, blablabla... Muuuito fraco, nem dá vontade de contraditar...

      Excluir
  20. Ui ui ui, estou ficando famoso por aqui... E o Clóvis Gruner no papel de araponga dedo duro está mais para Maxwell Smart... Deixe-me em paz, professor, já basta a bolinação ideológica que você faz com os seus pobres alunos. Quando eu quiser me identificar eu o farei sem o menor receio dessa velha e manjada patrulha dos que se consideram o sal da terra, ainda que permaneçam stalinistas depois de Kruschev e petistas depois do mensalão. Não tenho mais saco para discutir coisa séria com gente sem moral e sem noção.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Petista depois do mensalão? Falou o social-democrata que faz elogio a ditadores e continua psdebista depois da privataria. E realmente, seu nível de discussão perdeu muito com suas companhias recentes. Faz bem em fugir com o rabinho entre as pernas e tentar (eu disse tentar) sair com dignidade com este papo canastra de "não tenho mais saco".

      Mas veja só, com sua aparição aqui tenho certeza que você justificou o salário do mês: cada defesa que você faz da ditadura, seu chefinho, o de verdade, não o fake, a entende como um carinho no saco.

      Excluir
    2. Ah! Alvaro, o convite continua aberto: o dia que você quiser assistir a uma aula minha em Curitiba é só avisar. Preparo uma bacana sobre a Novembrada, especialmente para você e seu chefinho democrata.

      Excluir
    3. Ora então, veja o Clóvis... o camundongo fujão criticando o suposto rato...

      Esta moral de cueca melada dá nojo.

      O Clóvis acaba com a esquerda.

      Excluir
    4. "Camundongo fujão"! Percebe-se que a leitura contínua do Olavo de Carvalho tem melhorado sensivelmente sua capacidade argumentativa, Junqueira.

      Agora, para você não ficar por aí me acusando de babar colericamente quando escrevo, esta canção vai direto do meu coração para o seu: "Meu amor é Cachoeira!!"

      Agora dá licença que eu tenho de dar ração para o meu gato (que medo!!); um bichinho de estimação por vez.

      Bye.

      Excluir
    5. Não sou o Álvaro, seu tolo.

      Mas em breve eu conto a história do corridão que você tomou em Joinville. Acho que o Álvaro ainda não sabe.

      "A teimosia nasce da arrogância." (São Tomás de Aquino)

      Excluir
    6. Promessa é dívida. Conte, mas conte logo. Tô louco para saber a história do meu corridão.

      Excluir
  21. Está baba colérica que salta do texto do Clóvis beira a doentia.
    Melhor procurar ajuda.

    ResponderExcluir

O comentário não representa a opinião do blog; a responsabilidade é do autor da mensagem