sexta-feira, 1 de junho de 2012

Mostrar os seios não pode?







E o Facebook censurou a foto da jovem mãe que mostrava os seios na Marcha das Vadias, em São Paulo. Mas todos já vimos fotos mais imorais na rede do sr. Zuckerberg.



Qualquer idiota pode ser pai...


POR ET BARTHES
Há pessoas sem noção. Qual é a graça de fazer essa sacanagem com o moleque e depois pôr o filme na internet? Os caras oferecem um Kinder Surpresa... que afinal não tem chocolate e enganam a criança. Mas, se tudo correr bem, o moleque vai ter boa memória...


Não voto em Kennedy Nunes porque ele não me transmite confiança


POR LUIZ ARTUR ADRIANO
Em 2008, comecei a acompanhar a trajetória política de Kennedy Nunes, hoje deputado estadual pelo PP, ops!, digo, PSD. Desde o início simpatizei com as ideias daquele deputado que, tempos depois, muito carismático, dava atenção aos seus seguidores nas redes sociais.

Recordo-me do apoio que ele deu a Carlito Merss, no segundo turno das eleições para prefeito. Apoio este que foi fundamental para que o Carlito se elegesse prefeito da nossa cidade. Recordo-me do discurso do Kennedy, que dava seu apoio ao Carlito, pois não desejava que a turma do Tebaldi, representada pela candidatura do deputado Darci de Matos, retornasse ao poder.

Por muito tempo defendi junto a meus amigos e familiares as ideias deste deputado, inclusive informalmente fui seu cabo eleitoral em 2010, garimpando alguns votos para a sua reeleição à Assembléia Legislativa. Recordo-me da expectativa durante a apuração dos votos, da Twitcam transmitido ao vivo pelo deputado durante a apuração, da bananada (doce feito com polpa da banana) que era servida aos que o visitavam para festejar a vitória... Ah, que festa linda!

Aí o tempo passou e o deputado novamente assumiu a sua cadeira na Assembléia Legislativa. Desde então o meu apreço pelo seu trabalho diminuiu, chegando a não existir mais. 

Estes são apenas alguns "pequenos" exemplos de que o deputado Kennedy não merece a minha confiança como eleitor. Para alguns, estes fatos podem até parecer normais, corriqueiros na política. Mas é de políticos corriqueiros que a sociedade precisa livrar-se.

Situações como a troca de partido (PP pelo PSD), quando ele passou a unir forças com aquele que no seu discurso representava a turma do Tebaldi.

Caso das diárias recebidas para trabalhar em Joinville,  onde  ele mantém residência fixa (diárias essas, que foram pagas com o nosso dinheiro) 

Recentemente, o deputado foi convidado pelo senador Luiz Henrique, para ser o candidato a vice de Udo Döhler (PMDB). O convite foi recusado, mas Kennedy Nunes se disse honrado pelo convite vindo do senador. Honrado? Como assim?

Tem também um certo jornal da nossa cidade, que sempre abre um espaço (muito amplo, diga-se de passagem) para que o nobre deputado apresente as suas idéias e faça críticas ferrenhas ao nosso atual prefeito. Nem de longe penso em defender o Carlito Merss, apenas não entendo o porquê de um político ter tanto espaço para divulgar suas idéias neste jornal. Aliás, quem são os proprietários deste jornal impresso?

As eleições 2012 estão aí, batendo à nossa porta. Em outubro, vamos decidir mais uma vez quem terá a responsabilidade de conduzir pelos próximos quatro anos a prefeitura de Joinville. Eu ainda não decidi em quem votarei, mas já sei exatamente em quem não votarei: o nome dele é Kennedy Nunes, do PP, digo, PSD.

Político, no Brasil, é sinônimo de desconfiança, enquanto os bombeiros lideram a lista dos profissionais mais confiáveis. Sendo assim, quem sabe em outubro eu deixe de votar nos políticos e passo a votar nos bombeiros.


Luiz Artur Adriano Jr., de 31 anos, é administrador e natural de Joinville. Trabalha como coordenador de cobrança.   

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Quem faz terrorismo neste filme, Gebaili?

POR ET BARTHES
E aproveitando o texto do Jordi Castan, um filme que é um clássico sobre o bom "jornalismo" que se pratica em Joinville. Deve ter mais de cinco anos, mas parece que certas coisas duram para sempre. Verdade seja dita, um dos três até tentou fazer a coisa direito, mas foi atropelado pelos outros dois.